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Pequenos agrados, grandes lembranças

Eu acho tão engraçadinho quando meu pai, do nada, chega em mim e me dá uma balinha de mel. Lembra-me a infância, embora, balas de mel nunca tenham sido as minhas preferidas... mas painho não precisa saber disso! ^^ Meu pai parece que se recusa a deixar de nos tratar como crianças e volta e meia nos surpreende com pequenos agrados! ;) Tão lindo, ontem, quando eu me dirigia para o trabalho e ele, vindo da rua, me viu de longe e acenou para que eu o esperasse. Logo vi que ele vinha esticando uma nota. Quando chegou ao meu lado, me estendeu R$ 5,00 e disse, contente: _  Tome painho! Pra minha "fia" tomar um sorvete! Owwwwwwwwwwunnnnn, tão bonitinho o meu pai, né? Esses momentos me comovem sempre. Principalmente, pq me sinto culpada por não ser mais a Roberta que o esperava no portão de casa, e quando ele apontava na esquina, corria no meio da rua para abraçá-lo e beijá-lo, recepcionando-o na volta do trabalho. Não tenho ideia de onde está essa...

Merida ou Merobis, o importante é ser valente

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Depois de parentes e amigos assistirem ao filme “Valente” ( Brave , 2012) e comentarem que a protagonista (Merida) parece comigo em alguns quesitos – respectivavamente: cabelo assanhado; jeito de andar; não querer casar e gênio forte -, resolvi comprová-los. Pois bem!  De início, eu tenho que admitir que o pouco contato com a escova de cabelo parece ser nosso ponto mais em comum! rsrs... Mas na verdade, a Merida tem um jeito de pensar muito parecido comigo. Principalmente no que se refere à liberdade. Esse tema me parece claro em "Valente" . Merida quer ser livre, fazer o que bem entende, mas sua mãe fica o tempo todo dizendo-he como uma princesa deve se comportar. Não é assim que vivemos todos nós? Agindo da maneira como a sociedade impõe que devemos agir de acordo com nossa idade, gênero, classe social e grau de estudo? Eu imagino que todo mundo nessa vida já deve ter negado ou feito algo porque sabia que se fosse sincero, seria repudiado ou vítima de algum coment...

O Cordel da Amizade (ou uma homenagem rimada por quem não sabe rimar)

O dia do amigo em 20 de julho é comum comemorar Nessa mesma data, meu amigo Jatobá Resolveu me desafiar Exigiu que em cordel eu pudesse expressar Por ele minha amizade e todo o meu gostar Não sou mulher de me deixar provocar E desistir de um desafio sem antes tentar Sendo assim, determinada, me pus a digitar Não prometo com perfeição rimar E meu amigo acredite, algo aqui vai faltar Nem sequer tenho certeza se alguma linha devo pular Com quantos versos uma estrofe devo montar Só sei que pelo meu melhor amigo, me disponho a errar Até perguntei no facebook se alguém podia me ajudar Teve um que me disse:  “ABAB ou ABBA” Não entendi a resposta, achei melhor de novo não perguntar Tenho medo de incomodar “E o cordel da amizade, onde é que está?” Você deve questionar É tanta coisa pra dizer, que nem sei por onde começar Uma amizade como a de Jatobá É difícil de explicar Apareceu assim de repente, sem eu menos esperar Num canal do mirc, entrei s...